terça-feira, 6 de junho de 2023

Dia Mundial do Ambiente - 5 de junho

No  âmbito do Dia Mundial do Ambiente apresentamos os posters digitais elaborados por alunos do 11ºA na disciplina de Inglês, com recurso à ferramenta digital Canva .










sexta-feira, 26 de maio de 2023

Interculturalidade - Exposição de trabalhos da disciplina de Filosofia

 Esteve patente na biblioteca desde o final de maio uma exposição de trabalhos de alunos de Filosofia do 10º e 11º anos no âmbito dos temas " Interculturalidade" e " Religião".






quinta-feira, 27 de abril de 2023

Concurso Nacional de Leitura - Fase Intermunicipal









Realizou-se no passado dia 20 de abril, a fase intermunicipal do Concurso Nacional de Leitura que decorreu no Colégio Militar em Lisboa. Participaram nesta fase os três alunos do Agrupamento de Escolas de Massamá apurados na fase municipal: Vicente Fernandes, do 1º ciclo da Escola Básica da Xutaria, Matilde Marques, do 3º ciclo e Daniela Sampaio, do Ensino Secundário, ambas da Escola Secundária Stuart Carvalhais.

Parabéns aos nossos participantes.

segunda-feira, 27 de março de 2023

" Miúdos a votos" - Resultados ( escola)

 

Miúdos a votos - 2023

Os livros mais fixes

Realizou-se no passado dia 23 de março, a eleição dos livros mais fixes 2022-2023, envolvendo alunos do 7º, 8º, 9º 10º, 11º e 12º anos.

votação esteve assegurada por alunas do 9ºD e do 8ºC e pelo aluno Pedro Silva do 11ºA que participaram na eleição como membros da mesa de voto, em rotatividade, garantindo a liberdade dos votantes. Nas mesas estiveram colocadas urnas de voto, para cada ciclo, onde os alunos colocaram os seus votos.

Obrigada a todos os elementos pela colaboração e sentido de responsabilidade.

Parabéns a todos os participantes!

Os resultados foram os seguintes: 3º ciclo - votaram 146 alunos; ensino secundário - votaram 35 alunos

Divulgamos os livros mais votados pelos eleitores do 3.º Ciclo:

1.º lugar - "O Diário de Anne Frank" 

2º lugar (ex-aequo)- " Harry Potter e a Pedra Filosofal" e " Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban"

3º lugar -"Heartstopper: Rapaz Conhece Rapaz"












Divulgamos os livros mais votados pelos eleitores do ensino secundário:

1.º lugar ( ex-aequo) - "Verity" e " O Rapaz do Pijama às Riscas"

2º lugar (ex-aequo)- " Harry Potter e a Pedra Filosofal", O Principezinho" e " Um de nós mente"

  










quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Centenário de Eugénio de Andrade

 

Eugénio de Andrade ( 1923-2005)



A 19 de janeiro assinalam-se os 100 anos do nascimento de Eugénio de Andrade, poeta maior da língua portuguesa. Para homenagear o poeta, estão previstas várias iniciativas que irão decorrer ao longo do ano, como, um colóquio internacional, congressos, exposições, concertos e leituras. 

Nascido em 19 de janeiro de 1923, no Fundão, Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Fontinhas, morreu no Porto em 13 de junho de 2005, aos 82 anos. Foi aqui que passou mais de metade da sua vida e foi também a Invicta que inspirou muitas das suas obras.

Em 1942, já sob o pseudónimo de Eugénio de Andrade, publicou Adolescente. A sua consagração acontece mais tarde, em 1948, com a publicação de As mãos e os frutos, que mereceu os aplausos de críticos como Jorge de Sena ou Vitorino Nemésio. A obra poética de Eugénio de Andrade é essencialmente lírica, considerada por José Saramago como uma «poesia do corpo a que chega mediante uma depuração contínua».

Deixou um legado de mais de cinquenta anos de obra poética e criativa, tendo acumulado inúmeras distinções, incluindo o Prémio Camões, e publicado traduções para diversas línguas.

Entre as dezenas de obras que publicou encontram-se, na poesia, Os amantes sem dinheiro (1950), As palavras interditas (1951), Escrita da Terra (1974), Matéria Solar (1980), Rente ao dizer (1992), Ofício da paciência (1994), O sal da língua (1995) e Os lugares do lume (1998).

Em prosa, publicou Os afluentes do silêncio (1968), Rosto precário (1979) e À sombra da memória (1993), além das histórias infantis História da égua branca (1977) e Aquela nuvem e as outras (1986).



As Palavras

São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.

Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos,
as águas estremecem.

Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.

Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?