segunda-feira, 27 de março de 2023

" Miúdos a votos" - Resultados ( escola)

 

Miúdos a votos - 2023

Os livros mais fixes

Realizou-se no passado dia 23 de março, a eleição dos livros mais fixes 2022-2023, envolvendo alunos do 7º, 8º, 9º 10º, 11º e 12º anos.

votação esteve assegurada por alunas do 9ºD e do 8ºC e pelo aluno Pedro Silva do 11ºA que participaram na eleição como membros da mesa de voto, em rotatividade, garantindo a liberdade dos votantes. Nas mesas estiveram colocadas urnas de voto, para cada ciclo, onde os alunos colocaram os seus votos.

Obrigada a todos os elementos pela colaboração e sentido de responsabilidade.

Parabéns a todos os participantes!

Os resultados foram os seguintes: 3º ciclo - votaram 146 alunos; ensino secundário - votaram 35 alunos

Divulgamos os livros mais votados pelos eleitores do 3.º Ciclo:

1.º lugar - "O Diário de Anne Frank" 

2º lugar (ex-aequo)- " Harry Potter e a Pedra Filosofal" e " Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban"

3º lugar -"Heartstopper: Rapaz Conhece Rapaz"












Divulgamos os livros mais votados pelos eleitores do ensino secundário:

1.º lugar ( ex-aequo) - "Verity" e " O Rapaz do Pijama às Riscas"

2º lugar (ex-aequo)- " Harry Potter e a Pedra Filosofal", O Principezinho" e " Um de nós mente"

  










quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Centenário de Eugénio de Andrade

 

Eugénio de Andrade ( 1923-2005)



A 19 de janeiro assinalam-se os 100 anos do nascimento de Eugénio de Andrade, poeta maior da língua portuguesa. Para homenagear o poeta, estão previstas várias iniciativas que irão decorrer ao longo do ano, como, um colóquio internacional, congressos, exposições, concertos e leituras. 

Nascido em 19 de janeiro de 1923, no Fundão, Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Fontinhas, morreu no Porto em 13 de junho de 2005, aos 82 anos. Foi aqui que passou mais de metade da sua vida e foi também a Invicta que inspirou muitas das suas obras.

Em 1942, já sob o pseudónimo de Eugénio de Andrade, publicou Adolescente. A sua consagração acontece mais tarde, em 1948, com a publicação de As mãos e os frutos, que mereceu os aplausos de críticos como Jorge de Sena ou Vitorino Nemésio. A obra poética de Eugénio de Andrade é essencialmente lírica, considerada por José Saramago como uma «poesia do corpo a que chega mediante uma depuração contínua».

Deixou um legado de mais de cinquenta anos de obra poética e criativa, tendo acumulado inúmeras distinções, incluindo o Prémio Camões, e publicado traduções para diversas línguas.

Entre as dezenas de obras que publicou encontram-se, na poesia, Os amantes sem dinheiro (1950), As palavras interditas (1951), Escrita da Terra (1974), Matéria Solar (1980), Rente ao dizer (1992), Ofício da paciência (1994), O sal da língua (1995) e Os lugares do lume (1998).

Em prosa, publicou Os afluentes do silêncio (1968), Rosto precário (1979) e À sombra da memória (1993), além das histórias infantis História da égua branca (1977) e Aquela nuvem e as outras (1986).



As Palavras

São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.

Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos,
as águas estremecem.

Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.

Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?

 


segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Dia Europeu das Línguas

 Dia Europeu das Línguas 






Assinalou-se no dia 26 de setembro o Dia Europeu das Línguas com algumas atividades procurando dar aos alunos a oportunidade de conhecer a diversidade linguística europeia e contactar com algumas línguas europeias

Com mais de 200 línguas autóctones na Europa e 6000 a 7000 línguas faladas em todo o mundo, o Dia Europeu das Línguas, instituído pelo Conselho da Europa, visa chamar a atenção para os muitos benefícios da aprendizagem de idiomas, sem esquecer o desenvolvimento das competências cognitivas, o derrubar de barreiras culturais e a abertura a novas amizades e oportunidades profissionais.

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

200 anos da Constituição Portuguesa

 200 anos da Constituição Portuguesa










Assinala-se este ano o bicentenário da Constituição Portuguesa de 1822.  
A Constituição Portuguesa de 1822, aprovada em 23 de setembro, foi o mais antigo texto constitucional português, tendo assinalado uma tentativa de pôr fim ao absolutismo e inaugurar em Portugal uma monarquia constitucional, consagrando  os princípios ligados aos ideais liberais da época: representação, separação de poderes, igualdade jurídica e respeito pelos direitos pessoais. 


Foi resultado dos trabalhos das  Cortes Gerais Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa de 1821-1822, 
 eleitas pelo conjunto da Nação Portuguesa — a primeira experiência parlamentar em Portugal,  nascida na sequência da revolução liberal de 24 de agosto de 1820.. As Cortes Constituintes, cuja função principal, como o próprio nome indica, era a de elaborar uma Constituição, iniciaram as sessões em janeiro de 1821 e deram os seus trabalhos por encerrados após o juramento solene da Constituição pelo rei D. João VI de Portugal em outubro de 1822.

 

 



segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Concurso Nacional de Leitura



Concurso Nacional de Leitura

Fase Escola




No dia 19 de janeiro decorreu na biblioteca escolar a  prova eliminatória da 1ªfase  - escola - para os alunos da Escola Secundária Stuart Carvalhais ( 3º ciclo e ensino secundário).

Parabéns a todos os participantes.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Miúdos a votos - lista nacional ensino secundário

Miúdos a votos 

Lista nacional - ensino secundário


Divulga-se a lista dos livros candidatos à eleição do livro mais fixe - ensino secundário

A campanha eleitoral decorre entre 7 de fevereiro e 21 de março.

A eleição tem lugar no dia 23 de março.

PARTICIPA!

Miúdos a votos - livros candidatos à eleição - 3º ciclo

 Miúdos a votos - 3º ciclo

Lista nacional



Divulga-se a lista dos livros candidatos à eleição do livro mais fixe - 3º ciclo.

A campanha eleitoral decorre entre 7 de fevereiro e 21 de março.

A eleição tem lugar no dia 23 de março.

PARTICIPA!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Projeto Parlamento dos Jovens


Projeto Parlamento dos Jovens

sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Júlio Dinis


 

 JÚLIO DINIS

150 anos da sua morte

 

Júlio Dinis, pseudónimo de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, nasceu no Porto, no dia 14 de novembro de 1839. Neto de ingleses foi educado sob os moldes da burguesia britânica, da qual assimilou os costumes e valores. Faleceu na mesma cidade no dia 12 de setembro de 1871, com apenas 31 anos.

 



Com 19 anos, Júlio Dinis publicou o seu primeiro romance, “Justiça de Sua Majestade”. Em 1861, formou-se em medicina e passou a exercer. Pouco tempo depois, passou a lecionar na mesma faculdade. Com o pseudónimo, colaborou para o jornal "A Grinalda" e para o "Jornal do Porto", onde publicava contos e poesias.

Vitimado pela tuberculose, Júlio Dinis foi obrigado a deixar o Porto. Fez constantes viagens para o campo, e encontrou na vida campestre os motivos para seus romances, com exceção de “Uma Família Inglesa”, onde analisa os costumes da burguesia do Porto.

Júlio Dinis viu sempre o mundo pelo prisma da fraternidade, do otimismo, dos sentimentos sadios do amor e da esperança. Quanto à forma, é considerado um escritor de transição entre o romantismo e o realismo.

Foi o criador do romance campesino e as suas personagens, tiradas, na sua maioria, de pessoas com quem viveu ou contactou na vida real, estão imbuídas de tanta naturalidade que muitas delas nos são ainda hoje familiares.

Destaca-se também, nos romances de Júlio Dinis, a preocupação com a caracterização do contexto socioeconómico onde se desenrola o enredo. Além de traços de realismo e objetividade com uma linguagem simples sem o tom declamatório tão comum entre os escritores românticos.

De estilo espontâneo e sugestivo, antecipou-se com delicadeza às técnicas realistas na abordagem dos costumes e das relações sociais, especialmente em "Os Fidalgos da Casa Mourisca" (1871), em que adquire mais densidade.

Júlio Dinis escreveu poemas que foram publicados em jornais e folhetos, mas o seu livro “Poesias”, que reúne os seus poemas, só foi publicado em 1874, três anos após a sua morte.

 


Principais obras de Júlio Dinis
:

Romances:

As Pupilas do Senhor Reitor (1867)



·         Uma Família Inglesa (1868)




·           A Morgadinha dos Canaviais (1868)



·         Os Fidalgos da Casa Mourisca (1871)



Novela:

·         Serões da Província (1870)

Teatro:

·         Um Rei Popular (1858)

·         Um Segredo de Família (1860)